De 1929-1930 a Placa Central é delimitada, e francamente reduzida na sua
dimensão, permitindo o prolongamento das Ruas do Ouro e da Prata (no sentido de
facilitar uma circulação automóvel que se intensifica), ganha uma bordadura de
calçada à portuguesa que realça o seu desenho e limites, sendo a área central
mantida em terra batida.
O automóvel impõe-se na organização espacial e funcional da Praça do Comércio,
consumindo cerca de 40% da superfície para circulação e, até meados da década de
1990, a quase totalidade da área central é usada para estacionamento, sendo
asfaltada para o efeito.